terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

PLS 332/2017 - VOCÊ É CONTRA OU A FAVOR? EU FICO COM OS FORMALISMOS, TÉCNICO E TRATAMENTO DECOROSO CLARO, FORMAL E PADRONIZADO. - NALY DE ARAUJO LEITE - SOROCABA - SÃO PAULO

Publicado por João Ralph Castaldi 

https://joaocastaldi1.jusbrasil.com.br/
Não precisaremos mais chamar os arrogantes servidores públicos de "Doutor" ou "Excelência", poderemos acabar com o ego deles chamando-os apenas de "você" ou "tu"! "Senhor" apenas se eu respeitar a idade dos anciãos! Chega de pisotearem meu ego! E ai do servidor que me fizer qualquer exigência ou que eu sinta qualquer desrespeito vindo dele, ainda que ele não demonstre isso!! E tudo isso ~graças~ ao PLS 332/2017! Viva!
E vamos esperar que em breve seja estendido aos advogados e médicos! Chega desses "doutores" sem doutorado! Chega de termos que nos rebaixar a chamar esse ~povinho~ por títulos que não detém!! Pronome de tratamento nunca mais!! Hip hip, urra!
Desconsiderando a horrenda redação do Projeto de Lei 332/2017... 
ohhh, que legaaaal!!! Não precisaremos mais nos rebaixar com pronomes de tratamento "xiqs", maravilha certo? Mas, desde quando temos a obrigação de chamar alguém por "excelência" ou por seu título acadêmico? Existe alguma legislação nesse sentido? Se eu não chamar de "excelência" um funcionário público, ou por "doutor" alguém que recebeu seu título de "doutorado", estarei incorrendo em alguma conduta civilmente ilícita? Ou mesmo criminalmente tipificada?
Não! Ninguém é obrigado à chamar ninguém de excelência, doutor, senhor, mestre, milorde, sanctus dominus, amo, alteza, majestade, eminência, magnificência, vossa onipotência (essa eu particularmente nem conhecia) etc.
Não existe legislação que obrigue a utilização de pronome de tratamento, LOGO, não há ilícito civil ou infração penal em deixar de chamar alguém por pronome de tratamento ou título acadêmico. Simples assim. Sério.
...MAS POR QUE HÁ QUEM EXIJA SER CHAMADO POR PRONOMES OU SEUS TÍTULOS ACADÊMICOS!?
Particularmente penso que apenas profissionais da área da psique teriam propriedade para explicar tal comportamento. Poderiam ser disfunções cognitivas ou desvios comportamentais associados à autoestima, mas não possuo licença para diagnosticar.
MAS JÁ VI JUIZ PROCESSANDO POR ISSO!!
Qualquer um pode ajuizar uma ação contra qualquer um por, qualquer razão, porém, os efeitos de tal conduta são variados, a depender do teor da exordial, poderá o autor ser responsabilizado civil e criminalmente.
Porém, como todos sabem, ninguém é obrigado a fazer ou deixar de fazer nada senão em virtude de lei (art. IICF/88), assim sendo, repita-se, não há ilícito civil ou infração penal em deixar de chamar alguém por pronome de tratamento,
Seria verdadeira afronta aos objetivos, fundamentos e princípios da república, bem como ofensa à dignidade da justiça obrigar alguém a fazer alguma coisa pelo torpe motivo de satisfazer o próprio ego.
Aliás, a depender da forma como se dera a exigência, pode configurar crime de extorsão, concomitantemente das penalidades administrativas e civis (ex.: "me chame deste pronome de tratamento ou irás preso por desacato").
Pode parecer chocante, mas, qualquer um pode ser criminoso, independente de possuir cargo público ou privado, sendo a hierarquia irrelevante (para o cometimento, não para eventuais sanções).
Ué... quer dizer que o projeto, além de malfeito, é completamente inútil?
Pelo contrário. O projeto nos mostra, entre outras coisas, ao menos i) o assunto de preocupação de nossos ~representantes~ legislativos; ii) a (falta de) atenção aos detalhes na criação de novas legislações; iii) como o dinheiro da arrecadação de nossos impostos estão sendo (mal) investidos; e iv) como o orgulho pode ser prejudicial para a sociedade civilizada.
Sobre o polêmico título concedido aos bacharéis de medicina e direito, fica para outro artigo."We will no longer have to call the arrogant public servants "Doctor" or "Excellency," we can end their ego by calling them "you" or "you"! "Lord" only if I respect the age of the elders! Enough of trampling on my ego! And of the server that makes me any demand or that I feel any disrespect coming from him, although he does not demonstrate it !! And all this ~ thanks ~ to PLS 332/2017! Alive!

And let's hope it will soon be extended to lawyers and doctors! Enough of these "doctors" without a doctorate! No more terms to demolish us to call this ~ povinho ~ for titles that do not stop !! Pronoun of treatment never again !! Hip hip, howler!

Disregarding the horrendous wording of Bill 332/2017 ... ohhh, that legaaaal !!! We will no longer need to downgrade with xiqs treatment pronouns, right wonder? But since when do we have the obligation to call someone by "excellence" or by their academic title? Is there any legislation in this regard? If I do not call a public servant "doctor" someone who has earned his "doctorate" degree, am I engaging in some civilly wrongful conduct? Or even criminally typed?

No! No one is obliged to call anyone of excellence, doctor, master, master, milord, sanctus dominus, master, highness, majesty, eminence, magnificence, your omnipotence.

There is no legislation that requires the use of a pronoun of treatment, LOGO, there is no civil offense or criminal offense to stop calling someone by treatment pronoun or academic title. That simple. Oh really.

...

BUT WHY IS THERE REQUIRED TO BE CALLED BY PRONOUNS OR ITS ACADEMIC TITLES !?

Particularly, I think that only psycho-professionals would have the property to explain such behavior. These could be cognitive dysfunctions or behavioral deviations associated with self-esteem, but I do not have a license to diagnose.

BUT I'VE ALREADY JUDGED PROCESSING THAT !!

Anyone can file a lawsuit against anyone for any reason, however, the effects of such conduct are varied, depending on the content of the exordial, the perpetrator may be held civilly and criminally liable.

However, as everyone knows, no one is obliged to do or not to do anything except by virtue of a law (article 5, II, CF / 88), so, repeat, there is no civil offense or criminal offense to stop call someone by name of treatment,

It would be a true affront to the objectives, foundations, and principles of the republic, as well as an offense to the dignity of justice to compel one to do something for the clumsy reason to satisfy one's ego.

In fact, depending on the form of the demand, it can be a crime of extortion, concurrently with administrative and civil penalties (eg "call me this treatment pronouncement or you will be imprisoned for contempt").

It may seem shocking, but anyone can be criminal, regardless of whether they hold public or private office, and the hierarchy is irrelevant (for the commission, not for any sanctions).

Ué ... it means that the project, besides being bad, is completely useless?

On the contrary. The project shows us, among other things, at least (i) the subject of concern of our legislative representatives; ii) the lack of attention to detail in the creation of new legislation; iii) how the money from the collection of our taxes are being (badly) invested; and iv) how pride can be harmful to civilized society.

About the controversial title awarded to the bachelors of medicine and law, is for another article. "

https://joaocastaldi1.jusbrasil.com.br/


COMENTÁRIO  - NALY DE ARAUJO LEITE
Essa matéria me chegou e eu vou fazer alguns comentários.
O primeiro é que o Pronome de Tratamento SENHOR tem que ser usado, e não é preciso estabelecer LEIS a não ser da boa educação e formação. Pessoas mais velhas, funcionários ou não, são merecedoras deste tratamento, inclusive é o mesmo usado por advogados em primeiro contato com seus clientes, seja para defea ou acusação.
Impessoalidade, clareza, formalidade e padronização, exigem sim, os referidos Pronomes de Tratamento.
Estudei certo momento para fazer provas no SENADO FEDERAL, e Pronomes, redação oficial, comunicação oral e escrita eram matérias muito importantes no contexto, faz parte dos programas de concursos públicos.
Deixo aqui um link e uma observação:

" A Linguagem dos Atos e Comunicações Oficiais


        A necessidade de empregar determinado nível de linguagem nos atos e expedientes oficiais decorre, de um lado, do próprio caráter público desses atos e comunicações; de outro, de sua finalidade. Os atos oficiais, aqui entendidos como atos de caráter normativo, ou estabelecem regras para a conduta dos cidadãos, ou regulam o funcionamento dos órgãos públicos, o que só é alcançado se em sua elaboração for empregada a linguagem adequada. O mesmo se dá com os expedientes oficiais, cuja finalidade precípua é a de informar com clareza e objetividade.
        As comunicações que partem dos órgãos públicos federais devem ser compreendidas por todo e qualquer cidadão brasileiro. Para atingir esse objetivo, há que evitar o uso de uma linguagem restrita a determinados grupos. Não há dúvida que um texto marcado por expressões de circulação restrita, como a gíria, os regionalismos vocabulares ou o jargão técnico, tem sua compreensão dificultada.
        Ressalte-se que há necessariamente uma distância entre a língua falada e a escrita. Aquela é extremamente dinâmica, reflete de forma imediata qualquer alteração de costumes, e pode eventualmente contar com outros elementos que auxiliem a sua compreensão, como os gestos, a entoação, etc., para mencionar apenas alguns dos fatores responsáveis por essa distância. Já a língua escrita incorpora mais lentamente as transformações, tem maior vocação para a permanência, e vale-se apenas de si mesma para comunicar.
        A língua escrita, como a falada, compreende diferentes níveis, de acordo com o uso que dela se faça. Por exemplo, em uma carta a um amigo, podemos nos valer de determinado padrão de linguagem que incorpore expressões extremamente pessoais ou coloquiais; em um parecer jurídico, não se há de estranhar a presença do vocabulário técnico correspondente. Nos dois casos, há um padrão de linguagem que atende ao uso que se faz da língua, a finalidade com que a empregamos.
        O mesmo ocorre com os textos oficiais: por seu caráter impessoal, por sua finalidade de informar com o máximo de clareza e concisão, eles requerem o uso do padrão culto da língua. Há consenso de que o padrão culto é aquele em que a) se observam as regras da gramática formal, e b) se emprega um vocabulário comum ao conjunto dos usuários do idioma. É importante ressaltar que a obrigatoriedade do uso do padrão culto na redação oficial decorre do fato de que ele está acima das diferenças lexicais, morfológicas ou sintáticas regionais, dos modismos vocabulares, das idiossincrasias linguísticas, permitindo, por essa razão, que se atinja a pretendida compreensão por todos os cidadãos.
        Lembre-se que o padrão culto nada tem contra a simplicidade de expressão, desde que não seja confundida com pobreza de expressão. De nenhuma forma o uso do padrão culto implica emprego de linguagem rebuscada, nem dos contorcionismos sintáticos e figuras de linguagem próprios da língua literária.
        Pode-se concluir, então, que não existe propriamente um "padrão oficial de linguagem"; o que há é o uso do padrão culto nos atos e comunicações oficiais. É claro que haverá preferência pelo uso de determinadas expressões, ou será obedecida certa tradição no emprego das formas sintáticas, mas isso não implica, necessariamente, que se consagre a utilização de uma forma de linguagem burocrática. O jargão burocrático, como todo jargão, deve ser evitado, pois terá sempre sua compreensão limitada.
        A linguagem técnica deve ser empregada apenas em situações que a exijam, sendo de evitar o seu uso indiscriminado. Certos rebuscamentos acadêmicos, e mesmo o vocabulário próprio a determinada área, são de difícil entendimento por quem não esteja com eles familiarizado. Deve-se ter o cuidado, portanto, de explicitá-los em comunicações encaminhadas a outros órgãos da administração e em expedientes dirigidos aos cidadãos.
Outras questões sobre a linguagem, como o emprego de neologismo e estrangeirismo, são tratadas em detalhe em 9.3. Semântica."


Projetos Leis tem sido usados para prática de uma linguagem política, social e econômica "subliminar", totalmente indecifrável pelo cidadão comum, e partilhada por grupos que propõem "desafios partidaristas", desenvolvem "espíritos de emulações", e querem provar "inteligências distintas" dentre governantes e governados, desde que, as próprias sejam superiores e "hierarquizadas" dentro de um processo "invisível", mas existente de supremacia à Carta Magna e Direitos Humanos, consolidando a exclusão dos que "não fazem parte dos seus" e aderindo a um sistema crônico colonialista.
Esse PROJETO tem outros significantes e significados.
Esse PROJETO será analisado nos EUA e na Inglaterra como questionável culturalmen- te na precisão cultural globalizante, sabemos que o Pronome Pessoal do Caso Reto, na Língua Inglesa, "thou" , traduzido por TU, foi abolido em séculos passados, a palavra thou  é um pronome do caso nominativo da segunda pessoa do singular no inglês.
Atingi nessa colocação, a questão cultura, globalizante, hierárquico, subliminar, e agora, vou remetê-los a religiosidade do Projeto.
As vezes, "thou" (tu) é usado no contexto religioso (EUA, Inglaterra),  quando as pessoas estão falando com Deus (talvez porque "thou" é usado em traduções antigas da Bíblia). Por exemplo: "God, we thank thee for thy blessings" Então, muitos falantes de inglês pensam que "thou" era mais formal do que "you"
THOU (TU), um pronome arcaico, sendo chamado a modernização através de um Projeto Legislativo, devemos saber quais são os pronomes usados no Inglês arcaico, e acima de tudo, sua tradução, para que se possa ter uma noção do que estamos falando – é claro que não recomendo traduzir tudo ao pé da letra –. Veja a seguir uma pequena lista deles:
thou: tu
thee: a ti, contigo, te, ti,
thy/thine: teu, teus, tua, tuas
ye: o, os, a, as, vós, vos
art: és (quando junto a thou: thou art)
 Note que “ye" é nominativo e "you" (VOCÊ) é acusativo, o qual é contra-intuitivo, dado que “thou/thee” é totalmente o contrário. “When town criers yelled ‘Hear Ye!", o "ye" é o sujeito, e não o objeto do ouvinte; o mais próximo equivalente ao moderno seria "Y'all hear" – para sulistas -, ou "Youse guys hear" – para nortistas
- Alguém me mandou um e-mail perguntando sobre isso, de fato, o caso de “Ye”
usado aqui é vocativo. – Note também que usando “ye” no lugar de “the”, como
em "Ye olde candye shoppe", é errado; isto é resultado de uma interpretação
equivocada na grafia arcaica de "the" usada em uma antiga letra rúnica, mais tarde substituída por “th”, este tipo letra era semelhante a letra minúscula “y”.
As formas verbais usadas depois de “thou”(TU) geralmente terminam em “-st” ou “est” no modo indicativo, tanto no presente como no passado. Estas formas são usadas por ambos os verbos: fortes e fracos:
Para complicar ainda mais o uso dos pronomes, no período em questão, o Inglês
fez uma distinção dos pronomes da segunda-pessoa, ou seja, isso vai depender se você está falando com uma pessoa em um nível familiar ou formal. 
Este conceito é familiar a estudantes de outros idiomas que têm muitas formas de tratamento, como a distinção entre “tu” e “uested” em espanhol. 
Atualmente, o uso de “vous” na França é a melhor forma de abordar os paralelos do Inglês medieval; “vous” é o pronome da segunda-pessoa do plural, que também é usado no singular, quando se está tratando uma pessoa de uma maneira formal.
Os pronomes singulares thou e thee foram considerados “familiares”,
significando que eles foram apropriados para uso entre amigos próximos e
familiares. 
Quando se está com alguém que não é um próximo ou familiar, o uso de thou (TU)  ou thee, neste caso, indica que você está tratando uma pessoa de nível social alto, como se ela fosse de um nível mais baixo da qual ela realmente pertence, e por isso era absolutamente inadequado o uso delas quando se tratava de alguém de nível social superior. Veja um exemplo: as pessoas podem ser punidas por desacato, ao se referir a um juiz de tribunal dessa maneira. Para tratar alguém fora do circulo de familiaridade de uma forma respeitosa, especialmente quando ela for de uma classe social alta ou em uma posição de poder, ye e you eram usados – e ainda é usado, dependendo do grupo de pessoas - mesmo que a pessoa em questão esteja no singular e não no plural.

Eventualmente, com o aumento de filosofias igualitárias, em contraste com as
hierarquias rígidas do feudalismo, ou seja, tendo duas formas diferentes de
tratamento, foi considerado um excesso de bagagem na ortografia, isso mudou, até que seu uso atingiu o uso moderno, sem distinção familiar, formal, singular ou plural, nominativo ou acusativo. A distinção do plural “you” foi então reinventada em alguns dialetos como “y’all” ou “youse guys”.
THOU é muito usado para linguagem literário a exemplo,  no caso do Inglês Arcaico somente os pronomes ‘thou’, ‘thy’, ‘thine’, ‘thee’, ‘ye’ e as formas sucedidas ou precedidas de ‘thou’ como ‘doest’, ‘beest’, ‘wilt’ etc. Enfim, Shakespeare não usava o Inglês Antigo em seus textos, e sim um ‘pedaço’ do Inglês Arcaico.
Eu não aprovaria este Projeto. NALY DE ARAUJO LEITE
As informações para endossar minha afirmativa sobre o pronome Thou (Tu), foi da fonte:

http://miguelebooks.weebly.com/uploads/1/1/9/4/11945035/gramtica_do_ingls_arcaico






Projects Laws have been used to practice a "subliminal" political, social and economic language, totally indecipherable by the average citizen, and shared by groups that propose "partisan challenges", develop "emulation spirits", and want to prove "different intelligences" governed and governed, provided that they themselves are superior and "hierarchical" within an "invisible" but existent process of supremacy to the Constitution and Human Rights, consolidating the exclusion of those who are "not part of their own" and adhering to a chronic colonial system.
This PROJECT has other signifiers and meanings.
This PROJECT will be analyzed in the US and in England as culturally questionable in globalizing cultural precision, we know that the Straight Personal Pronouns of the Straight Case in English, thou, translated by TU, was abolished in past centuries, the word thou is a pronoun of the nominative case of the second person singular in English.
I have reached this placement, the question culture, globalizing, hierarchical, subliminal, and now, I will refer them to the religiosity of the Project.
Sometimes, "thou" is used in the religious context (USA, England), when people are speaking to God (perhaps because "thou" is used in old translations of the Bible). For example: "God, we thank thee for thy blessings" So many English speakers think that "thou" was more formal than "you"
THOU (TU), an archaic pronoun, being called the modernization through a Legislative Project, we must know what are the pronouns used in archaic English, and above all, its translation, so that one can have a notion of what we are talking about - Of course I do not recommend translating everything to the letter. Here is a short list of them:
thou thou
thee: to thee, with thee, thee, thee,
thy / thine: your, your, your, your
ye, the, the, the, you
art: és (when next to thou: thou art)
 Note that "ye" is nominative and "you" is accusative, which is counterintuitive, since "thou / thee" is totally the opposite. "When town criers yelled 'Hear Ye! "is the subject, not the object of the listener; the nearest equivalent to the modern would be "Y'all hear" - for southerners -, or "Yousees hear hear" - for northerners
- Someone sent me an email asking about this, in fact, the case of "Ye"
used here is vocative. - Note also that using "ye" instead of "the", as
in "Ye olde candye shoppe", is wrong; this is the result of an interpretation
wrong in the archaic spelling of "the" used in an old runic letter, later replaced by "th", this letter type was similar to the lower case letter "y".
The verb forms used after "thou" usually end in "-st" or "est" in indicative mode, both present and past. These forms are used by both verbs: strong and weak:
To further complicate the use of pronouns, in the period in question, English
made a distinction of the second-person pronouns, meaning this will depend on whether you are talking to a person on a familiar or formal level.
This concept is familiar to students from other languages ​​who have many forms of treatment, such as the distinction between "tu" and "uested" in Spanish.
Currently, the use of vous in France is the best way to approach the parallels of medieval English; "Vous" is the second-person plural pronoun, which is also used in the singular when treating a person in a formal way.
The singular pronouns thou and thee were considered "familiar",
meaning that they were suitable for use between close friends and
relatives.
When you are with someone who is not a close or familiar, the use of thou (TU) or thee in this case indicates that you are treating a person of a high social level, as if it were of a lower level of which she really belongs, and so it was absolutely inappropriate to use them when it came to someone of a higher social level. Here's an example: People can be punished for contempt by referring to a court judge in this manner. To treat someone outside the circle of familiarity in a respectful way, especially when it comes from a high social class or a position of power, ye and you were used - and still used, depending on the group of people - even if the person in question is in the singular and not in the plural.

Eventually, with the increase of egalitarian philosophies, in contrast to the
rigid hierarchies of feudalism, that is, having two different forms of
treatment, it was considered an excess of luggage in the spelling, that changed, until its use reached the modern use, without distinction familiar, formal, singular or plural, nominative or accusative. The plural distinction "you" was then reinvented in some dialects like "y'all" or "youse guys".
THOU is much used for literary language, for example, in the case of Ancient English only the pronouns' thou ',' thy ',' thine ',' thee ',' ye 'and the forms succeeded or preceded by' thou 'as' doest ',' beest ',' wilt ', and so on. Anyway, Shakespeare did not use Old English in his texts, but rather a 'piece' of Ancient English.
I would not approve this Project.NALY OF ARAUJO MILK
The information to endorse my statement about the pronoun Thou (Tu), was from the source:

http://miguelebooks.weebly.com/uploads/1/1/9/4/11945035/gramtica_do_ingls_arcaico














 “Vaidade das vaidades”
Requião apresentou o projeto depois que a procuradora da República Isabel Vieira protestou ao ser chamada de “querida” pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em depoimento ao juiz Sergio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba.
Na ocasião, Isabel pediu que “o senhor ex-presidente se referisse ao membro do Ministério Público pelo tratamento protocolar devido”. Lula então perguntou: “É, como é que seria? Doutora?”. E Moro explicou: “Sei que evidentemente o senhor ex-presidente não tem nenhuma intenção negativa em utilizar esse termo ‘querida’, mas peço que não utilize, tá? Pode chamar de doutora, senhora procuradora, perfeito?”.
Lula, na ocasião, “deu um bom exemplo de cordialidade e respeito que deveriam permear as relações humanas”, afirma o senador na justificativa do PLS 332/2017. “É possível, porém, que ela não fosse do tipo de desejasse ser ‘querida’, mas que fosse do tipo que prefere ser chamada de ‘excelência’. Vaidade das vaidades. Tudo é vaidade, como afirmava Salomão. Mas a verdadeira excelência de um ser humano revela-se antes de tudo por meio de sua humildade”, argumenta o peemedebista.
Se na democracia todos são iguais — ou, pelo menos, deveriam ser —, aponta Requião, é “incabível” que as autoridades brasileiras continuem recebendo um tratamento protocolar herdado da monarquia, que foi derrubada há quase 130 anos.
Mesmo assim, essas distinções continuam permeando de forma abusiva as relações entre povo e governantes, destaca o parlamentar. E estes, declara, acham que têm “certo direito de serem chamados de excelências ou de outros pronomes de tratamento incompatíveis com a igualdade de todos perante a lei”.
“Pergunto, o que há de excelente em um juiz ou parlamentar? Antes de serem autoridades, são seres humanos e, como servidores públicos, são devedores ao povo da obrigação de lhes prestar serviço e com qualidade. E, em suas funções, não têm o direito de reivindicar do povo um tratamento majestoso. Reserva-lhes somente um direito protocolar: o de ser respeitado. Respeito, porém, é algo que se conquista e decorre, primeiro, do cumprimento do dever de se respeitar o próximo; segundo, das demais virtudes”, sustenta.
O projeto, conforme Requião, busca deixar claro para o “cidadão mais simples” que ele não é inferior ao presidente da República. Afinal, todos somos meros “cadáveres adiados”, diz, citando o poeta português Fernando Pessoa. Sendo assim, “não temos qualquer razão concreta pra exigirmos tratamentos majestosos que em nada dignifica a humanidade”."Vanity of Vanities"
Requião presented the bill after Brazilian Attorney General Isabel Vieira protested that she was "wanted" by former President Luiz Inacio Lula da Silva in testimony to Judge Sergio Moro of the 13th Federal Court of Curitiba.
On that occasion, Isabel asked that "the former president refer to the member of the Public Prosecution Office for due protocol treatment." Lula then asked, "Yes, what would it be like? Doctor?". And Moro explained: "I know that of course the former president has no negative intention of using this term 'dear', but I ask you not to use it, okay? Can you call a doctor, ma'am, perfect? ​​"
Lula, at the time, "gave a good example of cordiality and respect that should permeate human relations," says the senator in the justification of PLS ​​332/2017. "It is possible, however, that she was not the type to wish to be 'wanted', but that she is the type who prefers to be called 'excellence'. Vanity of vanities. All is vanity, as Solomon said. But the true excellence of a human being is revealed first of all through his humility, "argues the peemedebista.
If in democracy all are equal - or at least should be -, Requião points out, it is "untenable" that the Brazilian authorities continue to receive a protocolary treatment inherited from the monarchy, which was overthrown almost 130 years ago.
Even so, these distinctions continue to abusively permeate relations between people and rulers, notes the parliamentarian. And these, he states, think they have "a certain right to be called excellencies or other pronouns of treatment incompatible with equality of all before the law."
"I ask, what is so great about a judge or a parliamentarian? Before being authorities, they are human beings and, as public servants, they owe to the people the obligation to render them service and with quality. And, in their functions, they have no right to claim from the people a majestic treatment. It reserves only one protocol right: that of being respected. Respect, however, is something that is achieved and results, first, from the fulfillment of the duty to respect one's neighbor; second, of the other virtues, "he maintains.
The project, according to Requião, seeks to make clear to the "simple citizen" that he is not inferior to the president of the Republic. After all, we are all mere "postponed corpses," he says, quoting the Portuguese poet Fernando Pessoa. Thus, "we have no concrete reason to demand majestic treatments that do not dignify humanity at all."













COMMENT:
This matter has come to me and I will make some comments.
The first is that the Lord's Treatment Pronoun has to be used, and there is no need to establish LEIs other than good education and training. Older people, employees or not, are deserving of this treatment, even the same is used by lawyers in first contact with their clients, either for defense or prosecution.
Impersonality, clarity, formality and standardization, yes, require the aforementioned Treatment Pronouns.
I studied for a moment to do tests in the FEDERAL SENATE, and Pronomes, official writing, oral and written communication were very important matters in the context, is part of the public tender programs.
I leave here a link and a note:
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/manual/manual.htm
"The Language of Acts and Official Communications
        The need to use a certain level of language in official acts and expedients stems, on the one hand, from the very public character of these acts and communications; on the other, of its purpose. Official acts, here understood as normative acts, or establish rules for the conduct of citizens, or regulate the functioning of public bodies, which is only achieved if the appropriate language is used in its elaboration. The same is true of official records, whose main purpose is to inform with clarity and objectivity.
        Communications originating from federal public agencies must be understood by every Brazilian citizen. To achieve this goal, the use of a language restricted to certain groups should be avoided. There is no doubt that a text marked by expressions of restricted circulation, such as slang, vocabulary regionalisms or technical jargon, has its understanding difficult.
        It should be emphasized that there is necessarily a distance between spoken and written language. It is extremely dynamic, immediately reflects any change in customs, and may eventually rely on other elements that aid in its understanding, such as gestures, intonation, etc., to name but a few of the factors responsible for this distance. Written language, on the other hand, incorporates the transformations more slowly, has a greater vocation for permanence, and is worth only of itself to communicate.
        The written language, like the spoken one, comprises different levels, according to the use that is made of it. For example, in a letter to a friend, we can use a certain language pattern that incorporates extremely personal or colloquial expressions; in a legal opinion, the presence of the corresponding technical vocabulary is not surprising. In both cases, there is a pattern of language that serves the use of language, the purpose with which we use it.
        The same is true of the official texts: for their impersonal character, for their purpose of informing with the utmost clarity and conciseness, they require the use of the cultured standard of the language. There is a consensus that the cult pattern is one in which a) the rules of formal grammar are observed, and b) a common vocabulary is used for all language users. It is important to emphasize that the compulsory use of the cult standard in official writing is due to the fact that it is above regional lexical, morphological or syntactic differences, of vocabular idioms, of linguistic idiosyncrasies, allowing, therefore, to achieve the intended understanding by all citizens.
        Remember that the cultured pattern has nothing against simplicity of expression, as long as it is not confused with poverty of expression. In no way does the use of the cult pattern imply use of elaborate language, nor of the syntactic contortions and language figures proper to the literary language.
        It may be concluded, then, that there is no proper "official language standard"; what is there is the use of the worship pattern in official acts and communications. It is clear that there will be preference for the use of certain expressions, or a certain tradition will be obeyed in the use of syntactic forms, but this does not necessarily imply the use of a form of bureaucratic language. Bureaucratic jargon, like all jargon, must be avoided, for it will always have its limited understanding.
        The technical language should be used only in situations that require it, and avoid its indiscriminate use. Certain scholarly searches, and even the vocabulary proper to a given area, are difficult to understand by those unfamiliar with them. Care should be taken, therefore, to make them explicit in communications sent to other administrative bodies and in files addressed to citizens.
Other questions about language, such as the use of neologism and alienism, are dealt with in detail in 9.3. Semantics."





PESQUISA/COMENTÁRIO/POSTAGEM: NALY DE ARAUJO LEITE - SOROCABA CITY - SÃO PAULO STATE - BRAZIL





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Espero que meu trabalho de pesquisas e análises seja útil a todos. Por favor, somente comentários que ajudem no crescimento e aprendizado.Naly